terça-feira, 23 de agosto de 2016

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  • 10 maneiras de detectar um psicopata
1. Mesmo que não demonstrem socialmente, a característica principal da psicopatia é um forte traço narcisista enraizado na personalidade. São pessoas intimamente megalomaníacas (se acham superiores às outras pessoas), imprevisíveis, sem escrúpulos, excessivamente egoístas e egocêntricas.
2. São charmosas e manipuladoras e podem dizer isso com o maior orgulho. Essa característica narcisista é mais acentuada do que os próprios portadores do transtorno de personalidade narcisista. Embora estes últimos com frequência demonstrem, de primeira, a todos o seu narcisismo, os psicopatas, a princípio nunca demonstram; entretanto, suas atitudes são típicas de alguém cujo “amor-próprio” é elevado.
3. Podem ser pessoas excessivamente opiniáticas, autossuficientes ou vaidosas. Por isso, a principal característica de quem carrega o distúrbio consigo é ter os seus próprios interesses sempre em primeiro lugar, o tempo todo.

 4. Como são muito individualistas, essas pessoas precisam se sentir estimuladas todo o tempo, e não se importam com as pessoas que estão ao redor. Por isso são exageradas: comem demais, praticam sexo demais, dormem demais, folgam demais, não tem responsabilidade e quando trabalham, é só para conseguir dinheiro e poder. Mesmo assim, enjoam facilmente e tendem a abandonar o emprego por puro tédio e monotonia.
5. São pessoas capazes de se integrar a qualquer grupo, mas não permanecem por muito tempo, devido ao seu egoísmo e por não aceitarem qualquer tipo de regras. Só o que elas querem é o que interessa. É só para elas, o outro só serve como meio para obter ou fazer uso delas.

6. Aparentemente elas apresentam transtornos como impulsividade, teimosia, dificuldades em seguir regras, são geralmente questionadoras e não aceitam qualquer resposta como verdade, o que as torna rebeldes por natureza.
7. Psicopatas normalmente vivem por ocultar suas intenções debaixo de uma aparência sedutora ou de amabilidade e cortesia. Mesmo aparentando um comportamento dócil e intenções de proteger certas pessoas, por trás disso, tal dissimulação esconde uma pessoa fria, calculista e falsa, caracterizando um indivíduo excessivamente manipulador.

8. São cínicos e, apesar de fingir com maestria não conseguem amar no seu intimo, não conseguem manter um relacionamento leal e duradouro por anos, sobretudo por sua incapacidade de tolerar rotina e monotonia. Psicopatas dificilmente se apegam a alguém, detestam relacionamentos que invadam sua privacidade e intimidade, e quando os têm, não duram por muito tempo. Traem facilmente a fidelidade do parceiro, uma vez que não sentem empatia nem culpa.

 9. Uma característica muito comum em indivíduos com o transtorno é a intolerância a frustrações – este talvez o único motivo que os façam chorar de verdade -, o que frequentemente os faz adotarem comportamentos e ações extremas para conseguirem o que querem.

10. Essas pessoas, dependendo do grau da psicopatia, deixam marcas por onde passam, desde marcas sentimentais a marcas financeiras. Elas são literalmente antissociais no sentido de não seguir regras sociais tidas como normais, fingem amar tudo e todos, mas na prática parecem não se importar, são hostis à sociedade, demonstrando uma conduta que lhes trazem conflitos frequentes com o meio em que vivem.

sábado, 20 de agosto de 2016


DEXTER MORGAN – PSICOPATA OU NÃO? A SERIE 

Um psicopata bem sucedido é alguém que se encaixa nos critérios de um psicopata, ou seja, que se dá bem em suas aventuras, tornando-se quase imune e quase incapaz de ser pego. Muito pouco se sabe sobre os sociopatas de verdade, justamente pela árdua tarefa de conseguir pegá-los. Já podemos começar a perceber algumas controvérsias assistindo os últimos episódios da sétima temporada. Desde quando psicopatas se importam com os outros? Demonstram sentimentos? Pensam (emocionalmente falando) antes de agir? 
Michael Hall, que interpreta o personagem Dexter Morgan, o “serial killer” bonzinho de Hollywood, está cada vez mais perto de se deparar com o desfecho da Série de TV que o deixou famoso. Assim como o recente artigo no periódico psychologytoday.com nos fez pensar, alguns fatos recentes que surgiram nas últimas temporadas também instigam questionamentos acerca da veracidade de sua fama enquanto sociopata, psicopata, dissocial, chamem do que quiser…
Tirando o fato de Harry tê-lo ensinado – se é que isto é possível – o tão dito Código e também a interagir convincentemente com outras pessoas, seria mesmo possível equipará-lo a Jack Estripador, Eddie Glen, ou até mesmo ao “maníaco do parque”? As tendências psicopatas de Dexter tornam para ele  as normas sociais algo mais difícil de entender. Ele passa grande parte de sua vida tentando aplicar  as regras de Harry e observando outras pessoas na tentativa de as imitar. Pouco se sabe sobre a infância de Dexter, o que nos impossibilita de traçar um perfil estrutural adequado para seu psiquismo. Viu a mãe morrer, ficou banhado em sangue, matava animaizinhos e tudo mais…
Como essas características podem apenas ser desvendadas no âmago da infância de qualquer sujeito, poderia eu considerar Dexter como uma criança que chega até meu consultório. Seria preciso uma série de longas entrevistas preliminares com seus pais adotivos a fim de tentar entender um pouco mais sobre os enigmas fantasmáticos de nosso personagem, fazer surgir uma demanda de análise e, daí sim, dar margem para uma possível interpretação do caso. Mas como isso não é exatamente possível, nos cabe especular.

10 Psicopatas cruéis e pouco conhecidos

10. Cordelia Botkin

Cordelia Botkin foi a esposa de um proeminente empresário em São Francisco, na última década do século 19. Ela tinha 41 anos e conheceu John Dunning, quando sua bicicleta quebrou no parque. Botkin o seduziu e conseqüentemente, Dunning (que era casado com a filha de um ex-congressista) entrou em um tórrido romance com ela.
Ele finalmente deixou sua mulher e caiu em uma vida de sexo, jogos de azar e alcoolismo – todos alimentados (e financiado) por Botkin. Ele finalmente decidiu terminar a relação e voltar para sua esposa, um fato do qual ele informou Botkin. Não querendo ficar sozinha, ela enviou uma caixa de bombons envenenados para a esposa Dunning.
Dunning, a esposa e cinco amigos e familiares comeram o chocolate. Quatro se recuperaram, mas a esposa e sua irmã morreram. Os chocolates restantes foram testados e foi encontrado arsênico. A trilha dos doces levou de volta para Botkin, que foi condenada e sentenciada à prisão perpétua.
Numa estranha reviravolta do caso, o juiz que mandou a mulher para a cadeia a viu fazendo compras na cidade algumas semanas depois. Uma investigação descobriu que Botkin estava trocando favores sexuais, a fim de poder deixar prisão sempre que quisesse. Ela morreu na prisão com 56 anos de idade. A causa da sua morte foi registrada como: “amolecimento do cérebro devido à melancolia.”

9. O Assassino do Machado de Nova Orleans

Em 23 de maio de 1918, um vendedor italiano chamado Joseph Maggio e sua esposa foram assassinados, enquanto dormiam no seu apartamento em cima da mercearia Maggio. A arma do crime, um machado, foi encontrado no apartamento, ainda revestido com o sangue dos Maggio.
Nada na casa foi roubado jóias e dinheiro que estavam à vista. A única pista que se descobriu foi uma mensagem que tinha sido escrita em giz perto da casa da vítima. Quase exatamente um mês após o assassinato dos Maggio, ocorreu um segundo crime. Louis Bossumer, um vendedor que vivia atrás de sua loja com sua esposa, Annie Harriet Lowe, foi descoberto por vizinhos, certa manhã, deitado em uma poça de sangue. O assassino do machado matou um total de oito pessoas antes das mortes pararem. Não havia nenhuma evidência que ligasse José Mumfre (principal suspeito) com os crimes. Os crimes nunca foram solucionado.

8. Thomas Cream

Cream foi um médico secretamente especializado em abortos. Ele nasceu na Escócia, educado em Londres e operava no Canadá e, mais tarde, em Chicago, Illinois. Em 1881, ele foi considerado responsável por vários envenenamentos fatais de seus pacientes.
Originalmente não havia nenhuma suspeita de assassinatos nestes casos, mas Thomas exigiu o exame dos corpos, aparentemente numa tentativa de chamar a atenção para si mesmo. Preso na Penitenciária do Estado de Illinois em Joliet, Illinois, ele foi solto em condicional em 31 de julho de 1891, por bom comportamento.
Mudando-se para Londres, ele continuou matando (principalmente prostitutas) e foi logo preso. Ele foi enforcado em 15 de Novembro de 1892. De acordo com o carrasco, suas últimas palavras foram como sendo: “Eu sou Jack …”, interpretada no sentido de Jack, o Estripador.
Ele teria sido preso na época dos assassinatos do Estripador, mas alguns autores têm sugerido que ele poderia ter subornado funcionários e deixado a prisão antes de sua liberdade condicional oficial.

7. Joseph Vacher

Joseph Vacher era um assassino em série francês, também conhecido como “O estripador francês” devido a comparações com o Jack, o estripador de Londres, Inglaterra, em 1888. Seu rosto era cheio de cicatrizes e usava um chapéu de pêlo de coelho, que se tornou marca registrada de sua aparência.
Durante um período de três anos, começando em 1894, Vacher assassinou e mutilou pelo menos 11 pessoas (uma mulher, cinco meninas adolescentes e cinco garotos adolescentes). Muitos deles eram pastores cuidando de seus rebanhos em áreas isoladas. As vítimas eram esfaqueadas várias vezes, muitas vezes, estripados, estuprados e sodomizados.
Vacher era um vagabundo, que viajava de cidade em cidade, de Normandia para Provence, permanecendo principalmente no sudeste da França, e sobrevivendo de esmolas ou trabalhando em fazendas como diarista. Ele foi capturado em 1897, enquanto tentava assassinar uma mulher.
Ele confessou o assassinato, mas alegou que ele era louco, porque ele foi mordido por um cão raivoso, quando ele era criança. Mais tarde ele mudou seu depoimento e disse que era um mensageiro de Deus. Vacher foi executado na guilhotina dois meses depois, na madrugada do dia 31 de dezembro de 1898. Ele se recusou a caminhar para o cadafalso e teve de ser arrastado pelos algozes.

6. Leonarda Cianciulli

Esta assassina não está na lista pelo número de vítimas mas pelo que fez com os corpos. Leonarda Cianciulli foi uma assassina em série italiana. Mais conhecida como a “A produtora de sabão de Correggio”, ela matou três mulheres em Correggio entre 1939 e 1940, e transformou seus corpos em sabão.
Ela foi fruto de um estupro, teve uma infância triste com a mãe cheia de ódio por ela. Ela tentou o suicídio duas vezes. Em 1914, casou-se com um funcionário do registro civil, Raffaele Pansardi, e se mudou para Lariano em Alta Irpinia. Sua casa foi destruída por um terremoto em 1930, e eles se mudaram mais uma vez, desta vez para Correggio. Leonarda abriu uma pequena loja e se tornou muito popular como uma mulher agradável, gentil, uma mãe coruja e uma boa vizinha.
Em 1939, Cianciulli soube que seu filho mais velho, Giuseppe, ia se juntar ao exército italiano, em preparação para a II Guerra Mundial. Giuseppe era seu filho favorito, e ela estava determinada a protegê-lo a todo custo. Ela chegou à conclusão de que sua segurança exigia sacrifícios humanos.
Ela decidiu matar três mulheres de meia-idade, todas as suas vizinhas. Depois de assassinar a sua primeira vítima com um machado, ela jogou os pedaços em uma panela, acrescentou sete quilos de soda cáustica que ela tinha comprado para fazer sabão e agitou toda a mistura até que os pedaços fossem dissolvidos.
Cianciulli foi apanhada por uma testemunha ocular e considerada culpada de assassinato. Ela foi sentenciada há trinta anos na prisão, onde ela morreu de uma hemorragia cerebral.

5. Henri Landru


Landru foi um assassino em série francês conhecido como o “Barba Azul”. Nascido em Paris, deixou a escola e entrou para o exército francês. Quando ele recebeu a liberação do exército, teve um filho com sua prima e então se casou com outra mulher, e teve quatro filhos com ela, antes de terminar o casamento.
Landru começou a colocar anúncios nas seções de ”corações solitários” em jornais de Paris, em que geralmente se dizia “viúvo com dois filhos, de 43 anos, com renda confortável, sério, desejando encontrar viúva para casamento.” Com o decorrer da Primeira Guerra Mundial, muitos homens foram mortos nas trincheiras, deixando muitas viúvas as quais Landru fazia de presa sempre que podia.
Quando as mulheres vinham à sua casa, Landru as matava, estripava e queimava partes de seu corpo em seu forno. Seus apelidos eram tão numerosos que ele tinha que manter uma lista de todas as mulheres com quem se correspondia. Ele acabou sendo preso, graças aos esforços da irmã de uma de suas vítimas, e foi considerado culpado graças as evidências encontradas nos diários.
Ele foi guilhotinado três meses depois, em 1922. Durante seu julgamento, Landru traçou um retrato de sua cozinha, incluindo nele o fogão no qual ele foi acusado de queimar suas vítimas. Ele deu esse desenho para um de seus advogados. Em dezembro de 1967, o desenho tornou-se público.

4. Aniquilador de Garotas Serviçais

O Aniquilador de Serviçais, ou O Assassino do Machado de Austin, foi um serial killer que aterrorizou Austin, Texas, entre 1884 e 1885. Acredita-se que pelo menos sete mulheres, principalmente as meninas que faziam serviços domésticos, morreram nas mãos do assassino, que normalmente arrastava suas vítimas de suas camas e as estuprava e esfaqueava até a morte.
Os crimes se pareciam os crimes de Jack O Estripador. Alguns estudiosos em criminologia até tentaram provar que o Aniquilador e Jack, o Estripador, eram uma só mesma pessoa. Nada foi comprovado.

3. Os Irmãos Harpe

Micajah “Big” Harpe (1768? – Agosto 1799) e Wiley “Little” Harpe (1770? – Janeiro 1804) foram bandidos que operaram no Tennessee, Kentucky e Illinois, no final do século 18. Seus crimes parecem ter sido mais motivados pelo desejo de sangue do que o ganho financeiro. E alguns historiadores os indicam como os primeiros “serial killers” dos Estados Unidos.
Até 1797, os Harpes viviam perto de Knoxville, Tennessee. No entanto, eles foram expulsos da cidade depois de serem acusados de roubar porcos e cavalos. Eles também foram acusados de assassinar um homem chamado Johnson, cujo corpo mutilado foi encontrado em um rio.
Micajah foi decapitado. Sua cabeça foi colocada em cima de um poste, na localidade conhecida hoje como “Cabeça Harpe” em Kentucky. O outro irmão escapou, mas acabou sendo capturado e executado por enforcamento.

2. Earle Nelson


Earle Leonard Nelson, apelidado de “O Gorila Matador”, foi um serial killer. Com cerca de 10 anos de idade, Nelson colidiu com um bonde, enquanto andava de bicicleta e permaneceu inconsciente por seis dias, após o acidente. Depois que ele acordou, seu comportamento tornou-se violento e ele sofria de frequentes dores de cabeça e perda de memória.
Ele começou seu comportamento criminoso cedo. Foi condenado há dois anos em San Quentin State Prison, em 1915, depois de invadir uma casa que ele acreditava ser abandonada. Mais tarde, ele passou um tempo em instituições para doentes mentais. Nelson começou a participar de crimes sexuais quando ele tinha 21 anos.
As vítimas de Nelson eram principalmente jovens senhoras, a quem ele se aproximava fingindo que iria alugar um quarto. Depois que ele ganhava a confiança delas, ele as matava, quase sempre por estrangulamento e praticava a necrofilia. Ele costumava esconder o corpo, deixando-o a cama. O ‘modus operandi’ de Nelson, levou-o a ser rotulado de “O Estrangulador gorila”. Ele matou mais de 20 pessoas até ser finalmente capturado e enforcado, em 1928.

1. Bela Kiss


Bela Kiss foi um assassino serial húngaro. A ele é atribuído pelo menos 24 assassinatos de mulheres jovens. Ele as matava e desmembrava seus corpos e os colocava em tambores de metal gigante que ele mantinha em sua propriedade. Ele era um latoeiro que tinha vivido em Cinkota (uma cidade perto de Budapeste), desde 1900.
Kiss foi convocado para participar do exército de combate na primeira guerra. Durante a guerra, ele conseguiu escapar enquanto se recuperava em um hospital na Sérvia. Ele nunca foi apanhado, mas pessoas afirmaram tê-lo visto em vários lugares ao redor do mundo, inclusive deixando um metrô em Nova York.

O que acontece quando um psicopata se apaixona
  • Não há razão para se pensar que os psicopatas subliminares teriam dificuldades em seus relacionamentos íntimos. Como observado pela Universidade de Laval (Quebec) em um estudo científico liderado pela psicóloga Claudia Savard em 2015, criminosos em geral suguem um estilo de ´´insegurança ao apego´´ e se evadem das relações porque acham difícil estabelecer relações íntimas com os outros. Indivíduos que se enquadram nos critérios de transtorno de personalidade psicopática – independente de terem cometido crimes ou não – apresentam comportamentos de esquiva ao apego, sendo incapazes de formar relacionamentos íntimos. Desapego emocional e falta de empatia são dois indicadores-chaves do transtorno de personalidade psicopática.
  • Pessoas com alta pontuação de psicopatia podem formar relacionamentos românticos, podem se casar ou estabelecerem um vínculo de comprometimento. Mas o tal relacionamento, no entanto, não pode ser baseado numa intimidade psicológica, no sentido tradicional do termo. Em vez disso, se assemelham ao estilo “Bonnie e Clyde”. Um casal pode iniciar o relacionamento baseado em uma espécie de ponto de vista compartilhado sobre o mundo, em que ambos tentam obter o máximo dos outros quanto for possível. A falta de empatia e a incapacidade de expressar emoções profundas pode conduzi-los, se não para um fim violento, à dissolução com base em padrões cada vez mais destrutivos de interação um com o outro.
  • O fato de que os participantes classificaram-se entre os dois momentos de teste permitiu que a equipe de Savard examinasse o efeito, ao longo do tempo, da influência de um dos parceiros sobre os escores do outro parceiro. Todos os casais eram heterossexuais, e o design do estudo permitiu aos pesquisadores examinar os efeitos do parceiro masculino em sua mulher, e vice-versa. Isso se traduziu na possibilidade de vislumbrar a influência do ator em sua parceira, bem como o inverso: a influência da mulher (agora atriz) sobre o homem (agora o parceiro na análise).
  • Entre uma série de outras conclusões, a análise dos resultados revelou que, independentemente se você for do sexo masculino ou feminino, se a sua personalidade for problemática (ou seja, se você tiver uma classificação alta de psicopatia) a sua capacidade de se relacionar intimamente com a outra pessoa está permanentemente comprometida se você for o parceiro dominante da relação

Psicopata: 7 Características Centrais

1-      Encanto superficial – Os psicopatas, possuem lábia e sedução, capaz de manipular as pessoas que os rodeiam. Possuem um encanto inicial, que seduz a maioria das pessoas. Usam essas competências como meio de atingir os seus fins.
2-      Mentiras sistemáticas -  Todas as pessoas mentem, porém os psicopatas utilizam a mentira como uma “ferramenta de trabalho”. O psicopata sabe mentir, frequentemente teatraliza situações vantajosas para si, como: sentir-se ofendido, magoado, arrependido. As mentiras vão de encontro com a parte narcísica da personalidade, este quer ser admirado, ser mais rico, vestir-se melhor, considerado o mais competente.
3-      Ausência de sentimentos afetuosos – Os psicopatas negligenciam os sentimentos dos que os rodeiam. São insensíveis á dor dos outros, preocupando-se apenas com a sua. Possuem baixa inteligência emocional
visto que não compreendem o sofrimento das pessoas à sua volta
4-      Ausência de consciência moral – Os psicopatas não possuem consciência moral nem ética. Não importa o que fazem, o que importa é atingir os seus objetivo. Os seus comportamentos visão apenas os seus fins, independentemente se irão prejudicar alguém ou não. As pessoas à sua volta são usadas como meios para atingir fins.
5-      Comportamentos Impulsivos - A falta de moralidade e ética, fazem com que as suas ações não sejam ponderadas, impulsionando a cometer brutalidades. A maioria das vezes são mais subtis, existindo uma inadequação da reação ao estímulo, isto é, ou faz uma “tempestade num copo de água” ou então não tem reação nenhuma face a um estímulo importante.
6-      Incorrigibilidade- O psicopata dificilmente se corrige, se carece de moralidade, carece de culpa. Se não possui sentimento de culpa e não compreende o sofrimento dos outros, não percebe o “porquê” de ser corrigido e corrigir o seu comportamento. Contudo os psicopatas são muito hábeis a manipular, chegando a convencer os “educadores” de que estão educados. Quando vão para a prisão, são presos exemplares, bem comportados, amáveis, prestáveis.
7-      Falta de adaptação social – O psicopata é egocêntrico e egoísta, apenas o bem-estar e o sofrimento próprio importam. Dificuldades em socializar e fazer amigos, devido a se centrar excessivamente em si próprio.
  1. Qual a diferença entre psicopata e sociopata? Nenhuma, pois os dois termos são sinônimos para um tipo específico de transtorno de personalidade. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), o termo oficial para designar um psicopata ou sociopata é personalidade dissocial ou antissocial. “A psicopatia é um termo muito confuso historicamente, sendo que, hoje, se refere a apenas um dos oito transtornos de personalidade existentes”, diz o psiquiatra forense Daniel Martins de Barros, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Ou seja, a associação que, em geral, fazemos do termo psicopata com um assassino frio, como um serial killer, não passa de mau uso do termo.

5 curiosidades enlouquecedoras sobre psicopatas

Aparência agradável e comportamento cruel

Psicopatia não é sinônimo de criminoso, ao ouvir falar do termo psicopata muitas pessoas pensam em assassinos em séries ou pessoas que cometem crimes hediondos, ledo engano, psicopatas em essência são pessoas que não conseguem discernir emoções, logo é possível encontrar psicopatas entre pessoas bem sucedidas que no geral não despertam nenhuma suspeita, como na política, grandes empresas e até mesmo em instituições religiosas.

Os psicopatas, costumam ser desonestos, egocêntricos e indignos de confiança, sempre tem desculpas para os seus descuidos, é comum eles culparem outras pessoas. Frequentemente adotam comportamentos irresponsáveis, e se divertem com o sofrimento alheio. Eles não sentem culpa e são mentirosos compulsivos. não conseguem ter um relacionamento amoroso. Raramente aprendem com os seus erros e conseguem frear impulsos...